Gel Antisséptico Bye Bye Germs Buquê de Íris e Jasmin, The Beauty Box


Tinha ido no shopping e acabei passando para olhar as novidades na loja.  Comprei o pincel de esponja – Quem Disse Berenice, acabei ganhando esse gel antisséptico.  Se não me engano, o valor dele é R$ 19,00.

   É um gel com função antisséptica, mas com uma textura de hidratante, tem cor lilás suave, é bem perfumado – aroma de iris e jasmim, o cheirinho fica por um bom tempo, não achei que resseca a mão como a maioria dos antissépticos, o tamanho é bom para levar na bolsa ou necessaire (50ml) – só fiquei preocupada de acabar abrindo, mas …

   Veja a cor do produto:

Gostei do produto, o valor é agradável ao bolso, aroma gostoso, compraria novamente.

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Protetor Solar Nívea Sun – toque seco e antissinais FPS30, Nívea

  Meu protetor solar da La Roche (tem post) esta acabando e acabei ganhando essa miniatura num kit que a minha mãe comprou com outros produtos.

  Achei ótimo o tamanho, quem me acompanha sabe que estou numa paixão por travel sizes, e esse tem 50ml, cabe na bolsa e na necessaire (cabe na palma da minha mão), o aroma é bem agradável, o toque é seco – o que me agrada, a proteção é pouca para meu gosto, mas já ajuda.

Descrição segundo o fabricante:

Protetor Solar Facial Nivea Sun Toque Seco Antissinais FPS 30 50ml oferece proteção imediata UVA/UVB contra os efeitos do sol, prevenindo o envelhecimento da pele*. Sua fórmula ultra leve com toque seco controla o brilho da pele deixando-a macia e radiante. Perfeito para usar mesmo antes da maquiagem.

– Alta proteção contra raios UVA/UVB
– Reduz e controla o brilho da pele
– Toque seco: fórmula leve de rápida absorção
– Previne o envelhecimento da pele*
– Resistente à água
– Dermatologicamente testado

* Causado pela exposição solar/radiação

Veja o bico dosador:

  Gostei dele, o valor é em torno de R$30,00, embora o aroma seja agradável, sinto lá no fundo cheiro de maresia (típico de protetor solar).  Pelo valor e toque seco, compraria de novo e revesaria com o da La Roche.

 

Aquaponia

BackToTheRoots_WaterGarden

     Vi o Programa É de Casa no dia 30 de setembro e achei bem interessante a Aquaponia.  Confesso que já conhecia, mas não sabia que tinha esse nome.  Gostei mesmo da idéia e me deu vontade de ter uma, só não sei se cuidarei ou se meus gatos (6) vão deixar (comeriam as plantas e os peixes).  O texto é longo, mas vale a leitura se gostou do tema.

  Eu busquei a definição no Wikipédia:

A aquaponia é um sistema de produção de alimentos que combina a aquicultura convencional (criação de organismos aquáticos tais como caramujos, peixes, lagostas e camarões) com a hidroponia (cultivo de plantas em água) em um ambiente simbiótico.

   Na aquicultura comum,  as excreções dos animais criados podem se acumular na água, aumentando sua toxicidade. No sistema aquapônico, a água da aquicultura alimenta um sistema hidropônico, onde os subprodutos são quebrados por bactérias nitrificantes em nitritos e depois nitratos, os quais são utilizados pelas plantas como nutrientes. A água é então re-circulada de volta ao sistema de aquicultura.

Como as técnicas existentes de hidroponia e aquicultura formam a base para qualquer sistema aquapônico, o tamanho, complexidade e tipos de alimentos produzidos em um sistema de aquaponia podem variar tanto quanto cada método distinto.

Aquaponia-o-que-e-e-Como-Funciona

História:

   A aquaponia já é bem antiga, embora exista alguns conflitos sobre seu início:

  • As ilhas astecas de cultivo agrícola, conhecidas como chinampas é um sistema considerado por alguns como sendo a primeira forma de aquaponia para uso agrícola, onde plantas eram cultivadas em ilhas fixas (ou às vezes móveis) em lagos rasos, sendo que os dejetos eram dragados dos canais das chinampas e cidades ao redor, e utilizados para irrigar as plantas manualmente.
  • Sul da China, Tailândia e Indonésia, que cultivavam campos de arroz inundado em combinação com peixes são citadas como exemplo de sistemas aquapônicos remotos. Estes sistemas de poli cultivo existiram em muitos países do extremo oriente, cultivando peixes como o “oriental loach” (parecido com a tuvira), enguia do pântano, carpa comum e cruciana, assim como caracóis aquáticos, em campos de arroz inundado.

   Sistemas aquapônicos tipo flutuante ou “floating” em lagoas de poli cultivo de peixes foram instalados na China em anos mais recentes em cultivos em larga escala de arroz, trigo, lírio e outras culturas, com algumas instalações excedendo 1 hectare (10.000 m²).    O Canadá viu um crescimento em instalações de aquaponia durante a década de 90, predominantemente instalações comerciais que cultivavam culturas de alto valor como a truta e o alface. O time fez descobertas no rápido crescimento das raízes em sistemas de aquaponia e no fechamento do ciclo dos resíduos sólidos, e constatou que devido à certas vantagens do sistema em relação à aquicultura tradicional, o sistema pode funcionar bem em um nível de pH baixo, o que favoreceria plantas, mas não peixes.

   Houve uma mudança em torno da integração da comunidade da aquaponia, como a fundação sem fins lucrativos Growing Power, que oferece à juventude de Milwaukee oportunidades de emprego e treinamento, enquanto cultivam alimento para sua comunidade. Adicionalmente, jardins aquapônicos de todo o mundo têm se reunido em sites de comunidades online e fóruns, para compartilhar suas experiências e promover o desenvolvimento desta forma de jardinagem, assim como criar extensos recursos em como construir sistemas caseiros. Recentemente, a aquaponia tem se movido em direção à sistemas protegidos. Em cidades como Chicago, empresários estão utilizando projetos verticais para cultiva alimento durante todo o ano. Estes sistemas podem ser utilizados para cultivar alimentos o ano todo com o mínimo de perdas.

Componentes:

aquaponia

   A aquaponia consiste em duas partes principais, com a parte da aquicultura para criação de organismos aquáticos, e a parte hidropônica para o cultivo das plantas. Os efluentes aquáticos, resultado dos restos de ração e dejetos dos animais, como o peixe, acumulam na água devido ao sistema não circulante da maioria dos sistemas de aquicultura. O efluente se torna tóxico para os organismos aquáticos em altas concentrações, mas contém os nutrientes essenciais ao crescimento das plantas. Embora consista primariamente nessas duas partes, sistemas aquapônicos são usualmente agrupados em diversos componentes ou subsistemas, responsáveis pela efetiva remoção dos dejetos sólidos, adição de bases para neutralizar ácidos, ou para manutenção da oxigenação da água.

Componentes típicos incluem:

  • Tanque de criação:  para crescimento e alimentação dos peixes;
  • Reservatório de sedimentação: para capturar sobras de alimento e excesso de biofilme, e para sedimentação de pequenas partículas;
  • Biofiltro: onde as bactérias nitrificantes podem crescer e converter a amônia em nitrato, o qual é utilizado pela planta;
  • Subsistema hidropônico: porção de sistema onde as plantas crescem absorvendo o excesso de nutrientes da água;
  • Sump (poço coletor): a ponto mais baixo do sistema, para onde a água flui e de onde é bombeada de volta aos tanques de criação.

   Dependendo da sofisticação e do custo do sistema aquapônico, as unidades para remoção de sólidos, biofiltragem, e/ou o subsistema hidropônico podem ser combinados em apenas uma unidade ou subsistema, o qual evita que a água flua diretamente da parte da aquicultura para a parte hidropônica.

Plantas – hidroponia:

   As plantas são cultivadas assim como em sistemas hidropônicos, com suas raízes imersas em água rica em nutriente. Isto permite que elas absorvam a amônia e seus metabólitos, que são tóxicos aos organismos aquáticos. Depois que a água passa pela subsistema hidropônico, ela é limpa e oxigenada, e pode retornar aos tanques de aquicultura. O ciclo é contínuo. Aplicações comuns de sistemas hidropônicos em aquaponia incluem:

  • Jangada (“deep-water raft” ou “floating“): Placas de isopor flutuantes em um reservatório relativamente fundo.
  • Aquaponia recirculante: Mídia sólida como camas de cascalho ou argila expandida, contidas em um reservatório que é alimentado com a água da aquicultura. Este tipo de aquaponia também é conhecido como “aquaponia de circuito fechado”.
  • Aquaponia alternante: Mídia sólida, contida em um reservatório que é alternativamente alimentada e drenada com a água da aquicultura, utilizando diferentes tipos de drenos tipo sifão. Este tipo de aquaponia é também conhecido como aquaponia de ciclo alternante ou, em inglês, “flood-and-drain” ou ainda “ebb-and-flow“.
  • Outros sistemas utilizam torres que são alimentadas por gotejamentos a partir do topo, canais tipo NFT (nutrient film technique), tubos horizontais de PVC com furos para as plantas, bombonas plásticas cortadas ao meio e utilizadas como cama de brita e argila expandida ou “floating“. Cada método possui seus próprios benefícios.

   A maioria dos vegetais de folhas verdes crescem bem no subsistema hidropônico, entretanto, algumas das variedades mais rentáveis são o repolho chinês, alface, manjericão, rosas, tomate, quiabo, melão catalupo e pimentão. Outras espécies de vegetais que crescem bem em um sistema aquapônico incluem feijão, ervilha, couve-rábano, agrião, inhame, rabanete, morango, melão, cebola, nabo, cenoura, batata doce e ervas. Como plantas em diferentes estágios requerem diferentes quantidades de minerais e nutrientes, a colheita e o plantio são realizados ao simultaneamente, o que assegura uma concentração constante dos nutrientes na água.

Animais – aquicultura:

   Peixes de água doce são os organismos aquáticos mais comuns criados em aquaponia, embora lagosta de água doce e camarões também são algumas vezes utilizados. Na prática, a tilápia é o peixe mais popular para projetos pessoais e comerciais, que visam a criação de peixes comestíveis, embora “barramundi“, “silver perch“, “eel-tailed catfish” ou “tandanus catfish“, “jade perch” e “murray cod” também sejam usados. Para climas temperados, quando não há ou não se quer manter a temperatura da água, “bluegill” e “catfish” são espécies de peixes adequados para sistemas caseiros. Carpa koi e kinguios podem também ser utilizados, se o peixe no sistema não necessitar ser comestível.

Bactérias:

   Nitrificação, a conversão aeróbica de amônia em nitratos, é uma das mais importantes funções em um sistema de aquaponia, pois reduz a toxicidade da água para os peixes e permite que o nitrato resultante seja removido pelas plantas para a sua nutrição. A amônia é diretamente liberada na água pelas excretas e guelras dos peixes como produto de seu metabolismo, e precisa ser removida da água, já que maiores concentrações de amônia (geralmente entre 0.5 e 1 ppm) podem ser letais aos peixes. Embora as plantas possam absorver a amônia da água em alguma porcentagem, nitratos são assimilados mais facilmente, e assim reduzindo eficientemente a toxicidade da água para os peixes. A amônia pode ser convertida em outros compostos nitrogenados através de populações saldáveis de:

  • Nitrosomonas: bactéria que converte a amônia em nitratos
  • Nitrobacter: bactéria que converte nitritos em nitrato

   Em sistemas aquapônicos, as bactérias responsável por este processo formam um biofilme por toda a superfície sólida pelo sistema que está em constante contato com a água. As raízes submersas dos vegetais combinadas possuem uma grande área de superfície onde muitas bactérias podem acumular. Junto com as concentrações de amônia e nitritos na água, as áreas de superfície determinam a velocidade com a qual a nitrificação acontece. Cuidado por essas colônias de bactérias é importante para regular a constante assimilação de amônia e nitrito. É por isso que a maioria dos sistemas de aquaponia possuem um biofiltro, o qual promove o crescimento facilitado destes microrganismos. Normalmente, após um sistema ter alcaçado estabilidade, os níveis de amônia variam de 0.25 a 2.0 ppm; níveis de nitrito variam de 0.25 a 1.0 ppm, e níveis de nitrato variam de 2 a 150 ppm. Durante a inicialização do sistema, picos podem ocorrer nos níveis de concentração de amônia (até 6.0 ppm) e nitrito (até 12 ppm), com níveis de nitrato aumentando posteriormente ao período de inicialização. Como o processo de nitrificação acidifica a água, bases sem sódio como o hidroxido de potassio ou o hidroxido de calcio podem ser adicionados para neutralizar o pH da água, se as quantidades naturalmente presentes na água forem insuficientes para promover um efeito tampão contra a acidificação. Além disso, alguns minerais como o ferro podem ser aplicados em adição aos resíduos dos peixes, que servem como a fonte principal de nutrientes para as plantas.

   Uma boa maneira de lidar com os sólidos acumulados na aquaponia é o uso de minhocas, as quais aumentam a eficiência da mineralização da matéria orgânica, mobilizando nutrientes de volta para a água para que possam ser utilizados pelas plantas e/ou outros organismos no sistema.

Operação:

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   As cinco principais entradas no sistema são: água, oxigênio, luz, alimento aos organismos, e eletricidade para a bomba, filtro e aerador. Alevinos podem ser adicionados para repor os peixes maduros retirados do sistema para obter um sistema estável. Em termos de saídas, um sistema aquapônico pode produzir continuamente plantas como hortaliças são produzidas na hidroponia, e espécies aquáticas comestíveis criadas na aquicultura. Normalmente a relação de construção é de 0,05 a 0,09 m² de espaço para crescimento de plantas para cada 3,8 litros de água da aquicultura no sistema. 3,8 litros pode suportar entre 0,23 a 0,45 kg de biomassa de peixes, dependendo da aeração e da filtragem. Dez princípios guia básicos para criar um sistema de aquaponia de sucesso foi emitido pelo Dr. James Rakocy, o diretor do time de pesquisa em aquaponia da Universidade das Ilhas Virgens, baseados em extensa pesquisa feita como parte do programa de aquicultura “Agricultural Experiment Station”.

  • Use uma proporção de alimentação para cálculos de projeto
  • Mantenha a entrada de alimentos relativamente constante
  • Suplemente com cálcio (Ca), potássio (K) e ferro (Fe)
  • Assegure uma boa aeração
  • Remova os sólidos
  • Seja cuidadoso com o cascalho
  • Sobre-estime o tamanho dos tubos
  • Use pesticidas biológicos
  • Assegure uma bio filtragem adequada
  • Controle o pH

Fonte de alimento:

   Assim como em todo o sistema baseado na aquicultura, o alimento oferecido consiste em proteína de peixes derivados de espécies de baixo valor. O atual esgotamento dos estoques pesqueiros no mundo torna esta prática insustentável. Rações orgânicas para peixes podem provar ser uma alternativa viável que alivia esta preocupação. Outras alternativas incluem cultivar lemna no sistema, que alimentará os próprios peixes da aquaponia, excesso de minhocas cultivadas em composteiras alimentadas por lixo orgânico de cozinha, assim como criar larvas de moscas.

Uso de água:

   Sistemas aquapônicos não costumam descarregar ou realizar trocas de água quando operando normalmente, mas ao invés disso recirculam e reutilizam a água com muita eficiência. O sistema depende da relação entre animais e plantas para manter o ambiente aquático estável e experienciar uma flutuação mínima nos níveis de nutrientes e oxigênio. A água é adicionada para compensar a água perdida por absorção e transpiração das plantas, evaporação da superfície da água para a atmosfera, e remoção de sólidos decantados do sistema. Como resultado, a aquaponia utiliza aproximadamente 2% da água que fazendas irrigadas convencionais requerem para a produção dos mesmo vegetais. Isto permite que a aquaponia produza ambos vegetais e peixes em áreas onde a água ou terra fértil é escassa. Sistemas aquapônicos podem ser utilizados também para replicar condições de áreas alagadas controladas. Terrenos alagados construídos podem ser úteis para bio filtragem e tratamento de esgoto doméstico comum. O excesso de água cheia de nutrientes podem ser acumuladas em tanques de captação, e reutilizados para acelerar o crescimento de plantas cultivadas em solo, ou pode ser bombeada de volta ao sistema aquapônico para completar o nível de água.

Uso de energia:

   Uma instalação de aquaponia conta com variados graus de energia gerada pelo homem, soluções tecnológicas e controle de ambiente para conseguir a recirculação e boas temperaturas da água/ambiente. Entretanto, se um sistema é projetado com a conservação de energia em mente, utilizando energias alternativas e um número reduzido de bombas deixando a água fluir por gravidade tanto quanto possível, pode ser altamente eficiente energeticamente. Embora projetos cuidadosos possam minimizar os riscos, sistemas aquapônicos podem possuir múltiplos “pontos de falha”, onde problemas como uma falha elétrica ou um tubo entupido podem levar à perda completa da produção.

   Você pode ver pelas fotos aqui (tiradas da internet), que não importa o tamanho, pode ser feito em qualquer apartamento e como achar melhor, horta junta ou individual.

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(Fonte: Wikipédia – crédito deles)

Santo Suco

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   Esse suco não é dos mais baratos, se não me engano custa por volta de R$15 a 18,00.  É da marca Green People, esse chama-se Santo Suco, vem com mistura de maçã, espinafre, pepino, couve, hortelã, limão, salsão e gengibre.  Olhando assim parece horrível, mas não é não, tem bastante gosto de hortelã, limão e gengibre, tem a leveza do pepino e maçã e lá no fundo os legumes e folhas.  Ideal sacudir antes de beber ou no começo fica aguado e depois fica grosso, vem numa embalagem de 350 ml (o que é algo caro para o tamanho, mas levando em consideração o que tem…..ok).

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   Tem outros sabores, vale a pena provar….

Meu Mason Jar

  Há um tempo vinha buscando esse tipo de copo, chamado mason jar, que virou febre na blogesfera.  Tinha um copo, acho que já tem post aqui, comprado na Renner.

  Achei tão fofo, porque tem uma “pegada” sereia” em tons azuis.  O copo citado acima tem tom rosa.  Então me joguei e comprei.

  Comprei na Renner e paguei R$39,90, achei um pouco caro, mas dos que busquei, esse foi o mais em conta.

  Se não me engano tem capacidade para 500 ou 550 ml, o que me ajuda, pois bebo muita água (se bem que encho ele várias vezes ao dia, mas dura a noite sem esvaziar, sim eu acordo para beber água), em compensação a diurese é enorme também kkkkkkkkk pareço grávida indo ao banheiro toda hora.

  O desagradável é que a tampa, em metal, como uso água dentro, tem pedaços que começaram a querer enferrujar, mas sempre lavo para tirar qualquer vestígio, afim de cuidar da minha saúde.  Assim que perceber que me fará mal, pararei de usar e vira decoração.