Aquaponia

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     Vi o Programa É de Casa no dia 30 de setembro e achei bem interessante a Aquaponia.  Confesso que já conhecia, mas não sabia que tinha esse nome.  Gostei mesmo da idéia e me deu vontade de ter uma, só não sei se cuidarei ou se meus gatos (6) vão deixar (comeriam as plantas e os peixes).  O texto é longo, mas vale a leitura se gostou do tema.

  Eu busquei a definição no Wikipédia:

A aquaponia é um sistema de produção de alimentos que combina a aquicultura convencional (criação de organismos aquáticos tais como caramujos, peixes, lagostas e camarões) com a hidroponia (cultivo de plantas em água) em um ambiente simbiótico.

   Na aquicultura comum,  as excreções dos animais criados podem se acumular na água, aumentando sua toxicidade. No sistema aquapônico, a água da aquicultura alimenta um sistema hidropônico, onde os subprodutos são quebrados por bactérias nitrificantes em nitritos e depois nitratos, os quais são utilizados pelas plantas como nutrientes. A água é então re-circulada de volta ao sistema de aquicultura.

Como as técnicas existentes de hidroponia e aquicultura formam a base para qualquer sistema aquapônico, o tamanho, complexidade e tipos de alimentos produzidos em um sistema de aquaponia podem variar tanto quanto cada método distinto.

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História:

   A aquaponia já é bem antiga, embora exista alguns conflitos sobre seu início:

  • As ilhas astecas de cultivo agrícola, conhecidas como chinampas é um sistema considerado por alguns como sendo a primeira forma de aquaponia para uso agrícola, onde plantas eram cultivadas em ilhas fixas (ou às vezes móveis) em lagos rasos, sendo que os dejetos eram dragados dos canais das chinampas e cidades ao redor, e utilizados para irrigar as plantas manualmente.
  • Sul da China, Tailândia e Indonésia, que cultivavam campos de arroz inundado em combinação com peixes são citadas como exemplo de sistemas aquapônicos remotos. Estes sistemas de poli cultivo existiram em muitos países do extremo oriente, cultivando peixes como o “oriental loach” (parecido com a tuvira), enguia do pântano, carpa comum e cruciana, assim como caracóis aquáticos, em campos de arroz inundado.

   Sistemas aquapônicos tipo flutuante ou “floating” em lagoas de poli cultivo de peixes foram instalados na China em anos mais recentes em cultivos em larga escala de arroz, trigo, lírio e outras culturas, com algumas instalações excedendo 1 hectare (10.000 m²).    O Canadá viu um crescimento em instalações de aquaponia durante a década de 90, predominantemente instalações comerciais que cultivavam culturas de alto valor como a truta e o alface. O time fez descobertas no rápido crescimento das raízes em sistemas de aquaponia e no fechamento do ciclo dos resíduos sólidos, e constatou que devido à certas vantagens do sistema em relação à aquicultura tradicional, o sistema pode funcionar bem em um nível de pH baixo, o que favoreceria plantas, mas não peixes.

   Houve uma mudança em torno da integração da comunidade da aquaponia, como a fundação sem fins lucrativos Growing Power, que oferece à juventude de Milwaukee oportunidades de emprego e treinamento, enquanto cultivam alimento para sua comunidade. Adicionalmente, jardins aquapônicos de todo o mundo têm se reunido em sites de comunidades online e fóruns, para compartilhar suas experiências e promover o desenvolvimento desta forma de jardinagem, assim como criar extensos recursos em como construir sistemas caseiros. Recentemente, a aquaponia tem se movido em direção à sistemas protegidos. Em cidades como Chicago, empresários estão utilizando projetos verticais para cultiva alimento durante todo o ano. Estes sistemas podem ser utilizados para cultivar alimentos o ano todo com o mínimo de perdas.

Componentes:

aquaponia

   A aquaponia consiste em duas partes principais, com a parte da aquicultura para criação de organismos aquáticos, e a parte hidropônica para o cultivo das plantas. Os efluentes aquáticos, resultado dos restos de ração e dejetos dos animais, como o peixe, acumulam na água devido ao sistema não circulante da maioria dos sistemas de aquicultura. O efluente se torna tóxico para os organismos aquáticos em altas concentrações, mas contém os nutrientes essenciais ao crescimento das plantas. Embora consista primariamente nessas duas partes, sistemas aquapônicos são usualmente agrupados em diversos componentes ou subsistemas, responsáveis pela efetiva remoção dos dejetos sólidos, adição de bases para neutralizar ácidos, ou para manutenção da oxigenação da água.

Componentes típicos incluem:

  • Tanque de criação:  para crescimento e alimentação dos peixes;
  • Reservatório de sedimentação: para capturar sobras de alimento e excesso de biofilme, e para sedimentação de pequenas partículas;
  • Biofiltro: onde as bactérias nitrificantes podem crescer e converter a amônia em nitrato, o qual é utilizado pela planta;
  • Subsistema hidropônico: porção de sistema onde as plantas crescem absorvendo o excesso de nutrientes da água;
  • Sump (poço coletor): a ponto mais baixo do sistema, para onde a água flui e de onde é bombeada de volta aos tanques de criação.

   Dependendo da sofisticação e do custo do sistema aquapônico, as unidades para remoção de sólidos, biofiltragem, e/ou o subsistema hidropônico podem ser combinados em apenas uma unidade ou subsistema, o qual evita que a água flua diretamente da parte da aquicultura para a parte hidropônica.

Plantas – hidroponia:

   As plantas são cultivadas assim como em sistemas hidropônicos, com suas raízes imersas em água rica em nutriente. Isto permite que elas absorvam a amônia e seus metabólitos, que são tóxicos aos organismos aquáticos. Depois que a água passa pela subsistema hidropônico, ela é limpa e oxigenada, e pode retornar aos tanques de aquicultura. O ciclo é contínuo. Aplicações comuns de sistemas hidropônicos em aquaponia incluem:

  • Jangada (“deep-water raft” ou “floating“): Placas de isopor flutuantes em um reservatório relativamente fundo.
  • Aquaponia recirculante: Mídia sólida como camas de cascalho ou argila expandida, contidas em um reservatório que é alimentado com a água da aquicultura. Este tipo de aquaponia também é conhecido como “aquaponia de circuito fechado”.
  • Aquaponia alternante: Mídia sólida, contida em um reservatório que é alternativamente alimentada e drenada com a água da aquicultura, utilizando diferentes tipos de drenos tipo sifão. Este tipo de aquaponia é também conhecido como aquaponia de ciclo alternante ou, em inglês, “flood-and-drain” ou ainda “ebb-and-flow“.
  • Outros sistemas utilizam torres que são alimentadas por gotejamentos a partir do topo, canais tipo NFT (nutrient film technique), tubos horizontais de PVC com furos para as plantas, bombonas plásticas cortadas ao meio e utilizadas como cama de brita e argila expandida ou “floating“. Cada método possui seus próprios benefícios.

   A maioria dos vegetais de folhas verdes crescem bem no subsistema hidropônico, entretanto, algumas das variedades mais rentáveis são o repolho chinês, alface, manjericão, rosas, tomate, quiabo, melão catalupo e pimentão. Outras espécies de vegetais que crescem bem em um sistema aquapônico incluem feijão, ervilha, couve-rábano, agrião, inhame, rabanete, morango, melão, cebola, nabo, cenoura, batata doce e ervas. Como plantas em diferentes estágios requerem diferentes quantidades de minerais e nutrientes, a colheita e o plantio são realizados ao simultaneamente, o que assegura uma concentração constante dos nutrientes na água.

Animais – aquicultura:

   Peixes de água doce são os organismos aquáticos mais comuns criados em aquaponia, embora lagosta de água doce e camarões também são algumas vezes utilizados. Na prática, a tilápia é o peixe mais popular para projetos pessoais e comerciais, que visam a criação de peixes comestíveis, embora “barramundi“, “silver perch“, “eel-tailed catfish” ou “tandanus catfish“, “jade perch” e “murray cod” também sejam usados. Para climas temperados, quando não há ou não se quer manter a temperatura da água, “bluegill” e “catfish” são espécies de peixes adequados para sistemas caseiros. Carpa koi e kinguios podem também ser utilizados, se o peixe no sistema não necessitar ser comestível.

Bactérias:

   Nitrificação, a conversão aeróbica de amônia em nitratos, é uma das mais importantes funções em um sistema de aquaponia, pois reduz a toxicidade da água para os peixes e permite que o nitrato resultante seja removido pelas plantas para a sua nutrição. A amônia é diretamente liberada na água pelas excretas e guelras dos peixes como produto de seu metabolismo, e precisa ser removida da água, já que maiores concentrações de amônia (geralmente entre 0.5 e 1 ppm) podem ser letais aos peixes. Embora as plantas possam absorver a amônia da água em alguma porcentagem, nitratos são assimilados mais facilmente, e assim reduzindo eficientemente a toxicidade da água para os peixes. A amônia pode ser convertida em outros compostos nitrogenados através de populações saldáveis de:

  • Nitrosomonas: bactéria que converte a amônia em nitratos
  • Nitrobacter: bactéria que converte nitritos em nitrato

   Em sistemas aquapônicos, as bactérias responsável por este processo formam um biofilme por toda a superfície sólida pelo sistema que está em constante contato com a água. As raízes submersas dos vegetais combinadas possuem uma grande área de superfície onde muitas bactérias podem acumular. Junto com as concentrações de amônia e nitritos na água, as áreas de superfície determinam a velocidade com a qual a nitrificação acontece. Cuidado por essas colônias de bactérias é importante para regular a constante assimilação de amônia e nitrito. É por isso que a maioria dos sistemas de aquaponia possuem um biofiltro, o qual promove o crescimento facilitado destes microrganismos. Normalmente, após um sistema ter alcaçado estabilidade, os níveis de amônia variam de 0.25 a 2.0 ppm; níveis de nitrito variam de 0.25 a 1.0 ppm, e níveis de nitrato variam de 2 a 150 ppm. Durante a inicialização do sistema, picos podem ocorrer nos níveis de concentração de amônia (até 6.0 ppm) e nitrito (até 12 ppm), com níveis de nitrato aumentando posteriormente ao período de inicialização. Como o processo de nitrificação acidifica a água, bases sem sódio como o hidroxido de potassio ou o hidroxido de calcio podem ser adicionados para neutralizar o pH da água, se as quantidades naturalmente presentes na água forem insuficientes para promover um efeito tampão contra a acidificação. Além disso, alguns minerais como o ferro podem ser aplicados em adição aos resíduos dos peixes, que servem como a fonte principal de nutrientes para as plantas.

   Uma boa maneira de lidar com os sólidos acumulados na aquaponia é o uso de minhocas, as quais aumentam a eficiência da mineralização da matéria orgânica, mobilizando nutrientes de volta para a água para que possam ser utilizados pelas plantas e/ou outros organismos no sistema.

Operação:

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   As cinco principais entradas no sistema são: água, oxigênio, luz, alimento aos organismos, e eletricidade para a bomba, filtro e aerador. Alevinos podem ser adicionados para repor os peixes maduros retirados do sistema para obter um sistema estável. Em termos de saídas, um sistema aquapônico pode produzir continuamente plantas como hortaliças são produzidas na hidroponia, e espécies aquáticas comestíveis criadas na aquicultura. Normalmente a relação de construção é de 0,05 a 0,09 m² de espaço para crescimento de plantas para cada 3,8 litros de água da aquicultura no sistema. 3,8 litros pode suportar entre 0,23 a 0,45 kg de biomassa de peixes, dependendo da aeração e da filtragem. Dez princípios guia básicos para criar um sistema de aquaponia de sucesso foi emitido pelo Dr. James Rakocy, o diretor do time de pesquisa em aquaponia da Universidade das Ilhas Virgens, baseados em extensa pesquisa feita como parte do programa de aquicultura “Agricultural Experiment Station”.

  • Use uma proporção de alimentação para cálculos de projeto
  • Mantenha a entrada de alimentos relativamente constante
  • Suplemente com cálcio (Ca), potássio (K) e ferro (Fe)
  • Assegure uma boa aeração
  • Remova os sólidos
  • Seja cuidadoso com o cascalho
  • Sobre-estime o tamanho dos tubos
  • Use pesticidas biológicos
  • Assegure uma bio filtragem adequada
  • Controle o pH

Fonte de alimento:

   Assim como em todo o sistema baseado na aquicultura, o alimento oferecido consiste em proteína de peixes derivados de espécies de baixo valor. O atual esgotamento dos estoques pesqueiros no mundo torna esta prática insustentável. Rações orgânicas para peixes podem provar ser uma alternativa viável que alivia esta preocupação. Outras alternativas incluem cultivar lemna no sistema, que alimentará os próprios peixes da aquaponia, excesso de minhocas cultivadas em composteiras alimentadas por lixo orgânico de cozinha, assim como criar larvas de moscas.

Uso de água:

   Sistemas aquapônicos não costumam descarregar ou realizar trocas de água quando operando normalmente, mas ao invés disso recirculam e reutilizam a água com muita eficiência. O sistema depende da relação entre animais e plantas para manter o ambiente aquático estável e experienciar uma flutuação mínima nos níveis de nutrientes e oxigênio. A água é adicionada para compensar a água perdida por absorção e transpiração das plantas, evaporação da superfície da água para a atmosfera, e remoção de sólidos decantados do sistema. Como resultado, a aquaponia utiliza aproximadamente 2% da água que fazendas irrigadas convencionais requerem para a produção dos mesmo vegetais. Isto permite que a aquaponia produza ambos vegetais e peixes em áreas onde a água ou terra fértil é escassa. Sistemas aquapônicos podem ser utilizados também para replicar condições de áreas alagadas controladas. Terrenos alagados construídos podem ser úteis para bio filtragem e tratamento de esgoto doméstico comum. O excesso de água cheia de nutrientes podem ser acumuladas em tanques de captação, e reutilizados para acelerar o crescimento de plantas cultivadas em solo, ou pode ser bombeada de volta ao sistema aquapônico para completar o nível de água.

Uso de energia:

   Uma instalação de aquaponia conta com variados graus de energia gerada pelo homem, soluções tecnológicas e controle de ambiente para conseguir a recirculação e boas temperaturas da água/ambiente. Entretanto, se um sistema é projetado com a conservação de energia em mente, utilizando energias alternativas e um número reduzido de bombas deixando a água fluir por gravidade tanto quanto possível, pode ser altamente eficiente energeticamente. Embora projetos cuidadosos possam minimizar os riscos, sistemas aquapônicos podem possuir múltiplos “pontos de falha”, onde problemas como uma falha elétrica ou um tubo entupido podem levar à perda completa da produção.

   Você pode ver pelas fotos aqui (tiradas da internet), que não importa o tamanho, pode ser feito em qualquer apartamento e como achar melhor, horta junta ou individual.

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(Fonte: Wikipédia – crédito deles)

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Dia do Amigo

   Antes de mais tudo, FELIZ DIA MEUS AMIGOS!!!!!!!!!! Amo vocês.  Aqui no Brasil não é lei, por isso também há comemoração no dia 18 de abril, mas a maioria comemora no dia 20 de julho.

Mais um momento cultura Wikipédia:

Durante o século XXI, foram criadas várias iniciativas para a celebração de um Dia da Amizade em distintas partes do Mundo. Nos Estados Unidos e em partes da Ásia divulgou-se o primeiro domingo de agosto como o dia de entrega de cartões e presentes entre amigos, e celebrações similares se formaram em distintos países da América do Sul e Europa em diferentes datas.

A iniciativa para o estabelecimento de um Dia do Amigo reconhecido internacionalmente teve como antecedente histórico a Cruzada Mundial da Amizade, que foi uma campanha em favor da valorização e realce da amizade entre os seres humanos, de forma a fomentar a cultura da paz. Foi idealizada pelo médico Ramón Artemio Bracho em Puerto Pinasco, Paraguai em 1958. A partir desta ideia, se fixou o 30 de julho como Dia da Amizade.

Na Argentina, a data foi criada pelo médico argentino Enrique Ernesto Febbraro. Com a chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969, ele enviou cerca de quatro mil cartas para diversos países e idiomas com o intuito de instituir o Dia do Amigo. Febbraro considerava a chegada do homem a lua “um feito que demonstra que se o homem se unir com seus semelhantes, não há objetivos impossíveis”.

Em 27 de abril de 2011, durante o sexagésima quinta sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, dentro do tratamento da “Cultura de paz”, se reconheceu “a pertinência e a importância da amizade como sentimento nobre e valioso na vida dos seres humanos de todo o mundo” e decidiu-se designar como Dia Internacional da Amizade o 30 de julho, em concordância com a proposta original promovida pela Cruzada Mundial da Amizade. A iniciativa foi apresentada conjuntamente por 43 países (incluindo o Brasil e quase todos os países sul-americanos), e foi aceita unanimemente pela Assembleia Geral.

 

Dia Mundial do Rock

   “Hoje é Dia de Rock, bebê!!!!!” kkkkkkkkk Brincadeiras a parte, é verdade, dia 13 de julho é comemorado o Dia Mundial do Rock.  Segundo Wikipédia:

Em 13 de julho de 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres, na Inglaterra, e na Filadélfia, nos Estados Unidos. O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia. O evento chamou a atenção por contar com a presença de muitos artistas famosos na época. Entre os participantes, estavam The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins (que tocou nos dois lugares), Eric Clapton e Black Sabbath.

Os shows foram transmitidos ao vivo pela BBC para diversos países e abriram os olhos do mundo para a miséria no continente africano.

Em 2005, 20 anos depois do primeiro evento, Bob Geldof organizou o Live 8, uma nova edição com estrutura maior e shows em mais países. Dessa vez o objetivo foi pressionar os líderes do G8 para perdoar a dívida externa dos países mais pobres e erradicar a miséria do mundo.

No Live 8 o Grupo de Rock Britânico Pink Floyd se reuniu em sua formação clássica pela primeira vez depois de 20 anos de separação.

Comemoração somente no Brasil

Apesar de se chamar “Dia Mundial do Rock”, a data só é comemorada no Brasil. Ela começou a ser celebrada em meados dos anos 1990, quando duas rádios paulistanas dedicadas ao rock – 89 FM e 97 FM – começaram a mencionar a data em sua programação. A celebração foi amplamente aceita pelos ouvintes e, em poucos anos, passou a ser popular em todo o país. Entretanto, essa data é completamente ignorada em todo o resto do mundo.

Outros países e localidades não têm uma data específica para celebrar esse estilo musical ou têm outras datas. Nos EUA, poucas pessoas comemoram a data no dia 9 de julho, em homenagem ao programa “American Bandstand, de Dick Clark, que estreou nessa data.  O programa ajudou a popularizar o rock and roll nos EUA.

Por ser uma data definida arbitrariamente e sem respaldo em outros países, especialistas em música contestam essa escolha. Eles sugerem outras datas que seriam mais significativas para a história do rock e que, portanto, mereceriam ser o verdadeiro Dia do Rock. Entre elas, estão o dia 5 de julho, quando, em 1954, Elvis Presley gravou uma versão mais rápida do blues That’s All Right e 9 de fevereiro, quando, em 1964, a banda The Beatles se apresentou pela primeira vez nos EUA.

Dia da Vacina BCG

   Dia 01 de julho é comemorado o Dia da Vacina BCG, você sabe para que serve?  Quando tomar?  Vamos a explicação então:

A vacina BCG serve para criar imunidade e agir contra as infecções. Ela é a principal responsável pela defesa do corpo contra a tuberculose. Seu nome real é Bacilo de Calmette e Guérin e imuniza tanto crianças quanto a adultos dessa temida doença. Até hoje, é um dos únicos medicamentos conhecidos que serve como preventivo não só das formas graves da tuberculose, como também da tuberculose miliar e da meningite tuberculosa.

Criada em 1921, produzida por meio de cepas da bactéria da tuberculose bovina, ela é aplicada com uma injeção intradérmica e por lei é obrigatória para todas as crianças menores de 1 ano de idade. Porém, por recomendação do Ministério da Saúde, elas devem ser revacinadas quando atingirem a idade escolar (6 ou 7 anos) por prevenção de uma infecção.

No dia 1 de julho é comemorado o dia da vacina BCG para lembrar a população da importância de estar com a carteirinha de vacinação, tanto dos adultos quanto das crianças para evitarmos o contágio desta doença que causa diversas complicações com a nossa saúde e bem estar.

   Para auxiliar no controle de vacinação o Ministério da Saúde disponibiliza uma tabela com o Calendário Básico de Vacinação da Criança! 

(Fonte: Blog Pesquisa Saúde)

Dia de São João

    No dia 24 de junho comemoramos o Dia de São João (comemorado em todo o país) e nunca soube o por que, então fui buscar o motivo.  Vamos a explicação:

  Há muito tempo quando Nossa Senhora morava em Nazaré (deu a luz à Jesus em Belém) passeava pelos campos que cercavam sua humilde casinha no cair na tarde, viu algo como estrela cadente/cometa caindo do céu, mas na verdade era um anjo (Gabriel), enviado por Deus para avisá-la que teria um filho e que deveria chamá-lo de Jesus e que Isabel, sua prima, também teria um filho e que viria primeiro que o dela.

   No dia seguinte colheu algumas flores e frutos e partiu para a casa da prima Isabel, que era numa colina.  Quando Isabel viu Maria, partiu ao seu encontro para contar a novidade que seu marido havia recebido orando num templo sobre a criança que teriam e que a mesma deveria chamá-lo de João.  E no meio da conversa a Maria perguntou como saberia que Isabel teria dado a luz, Isabel então conta que no alto da montanha colocará um mastro enfeitado com flores vermelhas e do lado acenderá uma fogueira.  Quando esse dia chegou, foi feito o dito e Maria partiu para visitar o recém nascido João, desde então essa data é comemorada e com fogueira e mastro com flores vermelhas.

Achei interessante e confesso que não sabia mesmo disso!  Me perdoe os que sabiam.

(Fonte: http://folha.com/no1300473)